Em uma tarde de domingo, um beija-flor verde-claro, com um bico fino e comprido de cor preta, com asas velozes que batem tão rápido, que quase não conseguimos vê-las. Entra pela porta de uma casa, o pequeno pássaro fica se debatendo para conseguir sair. Avista o jardim, com belas tulipas, rosas vermelhas, girassois, margaridas..., e a vontade de sair cresce no peito do pequenino, para poder provar o delicioso néctar das flores. O pássaro voa para o jardim mas no meio do caminho bate em algo, tenta outra vez, bate novamente, o beija-flor avista outra saída, e voa em direção a liberdade, mas bate em algo.
O espírito guerreiro não o deixa desistir e novamente, insiste em sair. Neste momento, o dono da casa o vê e sentindo pena do pequenino abre a janela para que o beija-flor fosse direto ao jardim, para finalmente provar o doce néctar das flores.